Entrevista: Mad Science

Lina Brochmann

Os cientistas malucos da Mad Science estão prestes a estrear o espetáculo O Grande Circo Científico no Espaço Promon. Veja a entrevista exclusiva com Dany Artel (C.E.O - “Chefe de Experiências Opulentas”), Marcelo Klabin (diretor do espetáculo), Tiago Prates (o “Tonelada”) e a cientista maluca Gigi Bifulco:

1. A Mad Science é uma empresa de fora com uma franquia no Brasil. Conte para nós o que vocês fazem exatamente.
Dany Artel: A Mad Science faz ciência de forma divertida. O que a Mad Science faz é despertar crianças e adultos para fenômenos da natureza que acontecem ao nosso redor. A gente vive rodeado de ciência e por incrível que pareça, as pessoas tendem a não gostar de estudar ciências. A Mad Science mostra que a ciência faz parte da nossa vida, que estamos o tempo todo sendo influenciados por algum fenômeno científico, e a gente traz isso de forma divertida, despertando curiosidade. Nós incentivamos as pessoas a perguntarem porque e como que essas coisas acontecem. Quando você desperta essa curiosidade você está despertando o seu raciocínio científico, a descoberta, o processo de busca de aprendizado por sí mesmo; isso serve para qualquer materia escolar e para a vida.

2. Em quais escolas vocês oferecem cursos em São Paulo?
Tiago Prates: Hoje oferecemos nossos cursos extracurriculares em escolas como Graded School em São Paulo, Colégio Sidarta em Cotia e na Escola Internacional em Alphaville.

3. O que o público pode esperar do show: um circo - com malabarismo, mágica, etc - ou uma aula maluca de ciências?
Marcelo Klabin: O show Circo Científico é uma descoberta dos bastidores do circo. Através da ciência descobrimos como alguns números circenses acontecem. Ou seja; a ciência que existe no circo.
Tiago Prates: Exatamente as duas coisas. Através da temática circense, escolhemos as experiências mais legais que poderiam se aliar ao tema e a partir delas desenvolvemos um roteiro. Como somos cientistas malucos, todas os experimentos do espetáculo tem relação com a ciência e são explicados sempre, para que o público possa entender como funcionam; este é o nosso objetivo: fazer com que aprendam coisas novas sem sentirem que estão aprendendo.
Gigi Bifulco: Acredito que o público possa esperar um show muito maluco, que permeia uma aula de ciências mas na verdade é mais um circo de curiosidades.

4. O que foi mais importante no processo de criação e construção deste espetáculo?
Marcelo Klabin: O mais importante foi a pesquisa dos diferentes números circenses que iríamos experimentar. Achar a ciência por traz do show!
Gigi Bifulco: Pra mim o mais importante nesse processo de criação foi resgatar as tradicionalidades circenses, a essência do circo, e depois torná-las experimento foi uma segunda etapa muito incrível também. Acho que perceber nesse processo como tudo anda muito junto, só reacende meu amor pelo que faço.

5. Como vocês esperam que este tipo de espetáculo impacte no público?
Marcelo Klabin: Tanto o público infantil quanto o público adulto irá se divertir com as descobertas da atrapalhada cientista Genetica e o do criativo cientista Tonelada. E o público também pode se preparar para ajudar e participar de algumas experiências. Voluntários são convidados para alguns números.
Gigi Bifulco: Acredito que a magia do circo, as piadas clássicas e as curiosas experiências vão impactar o público. As crianças vão desfrutar mais do lúdico e acho que os adultos muito mais das piadas clássicas.

6. A temporada de estreia será no Espaço Promon nessas férias. E depois? Vocês tem uma agenda de shows programada para o segundo semestre?
Dany Artel: Ainda não temos uma agenda de shows. Essa estreia é um experiment e a gente espera o retorno do publico para conseguir complementar esse projeto.