Museu da Lingua Portuguesa para crianças em São Paulo Divulgação

Museu da Língua Portuguesa

Museu da Lingua Portuguesa

Reabertura do Museu da Língua Portuguesa em julho de 2021, com novas experiências para os visitantes! Um programa cultural e divertido, que desperta curiosidade para crianças de todas as idades.

O espaço reabre ao público reconstruído, após incêndio em 2015. Em suas exposições de longa duração, no 2º e 3 º andar, o Museu traz experiências inéditas para complementar as outras anteriormente existentes que marcaram o público em seus 10 anos de funcionamento (2006-2015).

Entre as novas instalações estão “Línguas do Mundo”, que destaca 23 das mais de 7 mil línguas faladas hoje no mundo; “Falares”, que traz os diferentes sotaques e expressões do idioma no Brasil; e “Nós da Língua Portuguesa”, que apresenta a língua portuguesa no mundo, com os laços, embaraços e a diversidade cultural da Comunidade de Países de Língua Portuguesa (CPLP).

Continuam no acervo as principais experiências, como a instalação “Palavras Cruzadas”, que mostra as línguas que influenciaram o português no Brasil; e a “Praça da Língua”, espécie de ‘planetário do idioma’ que homenageia a língua portuguesa escrita, falada e cantada, em um espetáculo imersivo de som e luz (veja os detalhes pelo link).

No 1 º andar, espaço que é dedicado às exposições temporárias, o museu inaugura a mostra “Língua Solta” que traz os diversos desdobramentos da língua portuguesa na arte e no cotidiano. São 180 peças que vão desde mantos bordados por Bispo do Rosário até uma projeção de memes do coletivo Saquinho de Lixo, com curadoria de Fabiana Moraes e Moacir dos Anjos.

Os visitantes terão contato com o embaralhamento proposto pelos curadores, conectando a arte à política, à vida em sociedade, às práticas do cotidiano e às formas de protesto, de religião e de sobrevivência – sempre atravessados pela língua portuguesa. Cartazes de rua, cordéis, brinquedos, revestimento de muros e rótulos de cachaça se misturam a obras de artistas como Mira Schendel, Leonilson, Rosângela Rennó e Jac Leirner, entre outros.

Logo no início, uma das pontas de entrada na sala exibe Eu preciso de palavras escritas, manto bordado por Arthur Bispo do Rosário e, na outra, quatro estandartes de maracatu rural, trazidos de Pernambuco para a mostra. Atrás dos estandartes, uma parede exibe a projeção de memes do coletivo Saquinho de Lixo  e, na parede oposta, o mural  Zé Carioca e amigos (Como almoçar de graça), de Rivane Neuenschwander, convida o público a escrever e desenhar em giz o que lhe passar pela cabeça naquele momento, numa parede transformada em base para histórias em quadrinhos.

Os curadores destacam a obra de Maria de Lourdes, caruaruense, evangélica, que vende livros artesanais datilografados por ela mesma, a menos de R$ 1,00. Maria circula com um crachá com seu nome e a profissão autodeclarada de escritora pelas ruas da cidade, pouco preocupada com as estruturas culturais e mercadológicas que costumam chancelar quem pode ou não dizer-se escritor - numa forma involuntária de quase-protesto.

Novidades para a reabertura do Museu da Língua Portuguesa:

  • A abertura ao público se dará sob as restrições determinadas pelas medidas de combate à COVID-19: os ingressos poderão ser adquiridos exclusivamente pela internet, com dia e hora marcados, e a capacidade de público está restrita a 40 pessoas a cada 45 minutos. Os visitantes receberão chaveiros touchscreen para evitar toque nas telas interativas.
  • O museu traz maior acessibilidade física e de conteúdo.
  • Novo terraço e reforço de segurança contra incêndio.
  • No térreo, o museu abre-se à estação, reforçando sua comunicação com a cidade.
  • Nos andares superiores, espaços foram otimizados, novos materiais foram introduzidos e o museu ganhou mais salas para suas instalações.
  • No terceiro piso um novo terraço com vista para o Jardim da Luz e a torre do relógio.
  • A reconstrução também incorpora melhorias de infraestrutura e segurança, especialmente contra incêndios, que superam as exigências do Corpo de Bombeiros, como a instalação de sprinklers (chuveiros automáticos) para reforçar o sistema de segurança contra incêndio.
  • A recuperação arquitetônica e readequação de seus espaços internos manteve os conceitos do projeto original – assinado pelo arquiteto Paulo Mendes da Rocha e seu filho Pedro, em 2006 ­– e ganhou aperfeiçoamentos. Todas as etapas foram aprovadas e acompanhadas de perto pelos três órgãos do patrimônio histórico: Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan); Conselho de Defesa do Patrimônio Histórico, Arqueológico, Artístico e Turístico (Condephaat), órgão de âmbito estadual; e Conselho Municipal de Preservação do Patrimônio Histórico, Cultural e Ambiental da Cidade de São Paulo (Conpresp).
  • O museu também será reaberto com certificação ambiental, com o selo LEED (Leadership in Energy and Environmental Design) — um dos mais importantes do mundo na área de construções sustentáveis. Entre as medidas estão a adoção de técnicas para economia de energia na operação do museu; a gestão de resíduos durante as obras; e a utilização de madeira que atende às exigências de sustentabilidade (certificada e de demolição) em todo o Museu. Cerca de 85% da madeira necessária para a recuperação das esquadrias foram utilizados do próprio material já existente no edifício, com a reutilização de madeira da cobertura original, datada de 1946. Já na construção da nova cobertura, foram empregadas 89 toneladas (67 m³) de madeira certificada proveniente da Amazônia.
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Programação fornecida pela produção/estabelecimento e sujeita à alteração. Confirme antes de sair de casa.

Horários
Ter a Dom
das 09h00 às 16h30
Grátis (aos sábados e para crianças até 7 anos) - a compra online antecipada do ingresso é obrigatória
Museu da Lingua Portuguesa
Praça da Luz, s/nº
São Paulo, SP
Brasil
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Valores
R$ 20,00 inteira
R$ 10,00 meia
Idade recomendada